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O que é quiet quitting e como o People Analytics pode ajudar

Provavelmente você já se deparou com algum conteúdo que citava o termo “quiet quitting” nos últimos tempos. O termo se refere a uma tendência nos ambientes corporativos que impõe novos desafios para o setor de Recursos Humanos. Continue a ler para entender o que é quiet quitting e como o People Analytics pode ajudar a amenizar os efeitos.


Qual é o cenário corporativo contemporâneo?

É inegável que a pandemia de COVID-19 acelerou algumas mudanças e impôs outras. Com a necessidade de adaptação para novas modalidades de trabalho, como o home office, alguns paradigmas caíram por terra e a relação com o trabalho foi radicalmente alterada. Para muitos profissionais, a pandemia provocou uma epifania e a conclusão foi que estavam perdendo tempo de vida em empregos que por inúmeros motivos já não faziam mais sentido.


E com isso, tendências como o The Great Resignation, ou Demissão em Massa em tradução livre, ganharam força. Segundo dados do Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, entre setembro e outubro de 2021, 8,5 milhões pediram demissão sem ter outro emprego assegurado.


Aqui no Brasil o cenário é semelhante. No primeiro semestre de 2022, quase 3 milhões de brasileiros pediram demissão, de acordo com levantamento da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).


Afinal, o que é quiet quitting?

Apesar de serem “efeitos colaterais” da insatisfação com a cultura corporativa desencadeada pela pandemia, as duas expressões são quase antônimos.


Embora também se refira a demissão, no quiet quitting, o colaborador não possui intenção nenhuma de se desligar do posto de trabalho. Na realidade, os funcionários passam a fazer o mínimo necessário para manter os seus cargos, não indo além das tarefas estritamente necessárias.


Portanto, a tendência é fruto da busca por mais equilíbrio entre vida profissional e pessoal, evitando a sobrecarga de trabalho. Além disso, há também o desejo de estar em empresas com culturas verdadeiramente alinhadas às suas crenças. Contudo, como nem sempre é possível pedir demissão, os colaboradores acabam aderindo ao quiet quitting, que passa a ser uma contestação silenciosa.


Como o People Analytics pode ajudar a mitigar o quiet quitting?

Partindo disso, é premente que as empresas não só atraiam os talentos, mas sim tenham eficiência em retê-los a partir da manutenção do engajamento e motivação a longo prazo. Mas como fazer isso?


É fundamental salientar que a estratégia para a retenção do colaborador deve começar logo na primeira interação com o profissional: no processo seletivo. Ao contratar candidatos mais alinhados com a cultura do negócio, as chances de permanência já aumentam consideravelmente.


Dessa forma, o People Analytics é um grande aliado nessa missão. A ferramenta ajuda a indicar quais candidatos apresentam maior aderência com a cultura e com a vaga, ampliando a assertividade das contratações e aumentando as chances de permanência.


Ademais, o uso do People Analytics também pode ajudar os líderes de RH a entender e melhorar a experiência dos funcionários, seja por treinamentos mais assertivos, seja pelo monitoramento do desempenho e consequente bonificação.


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